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Retina · Campina Grande/PB

Cuidado especializado para a sua retina.

Diagnóstico e tratamento de retinopatia diabética, DMRI, descolamento de retina e oclusões vasculares. Subespecialidade conduzida pela Dra. Marina Viturino, retinóloga clínica e cirúrgica.

Dra. Marina Viturino CRM/PB 9009 RQE 6107 Retina clínica e cirúrgica
Dra. Marina Viturino, retinóloga responsável pelo atendimento de retina na Clínica Covisão em Campina Grande/PB
Dra. Marina Viturino
Retina · CRM/PB 9009 · RQE 6107
01 · O que é

A retina é a camada de tecido nervoso que reveste a parte interna do olho. É nela que a luz é convertida em sinal elétrico e enviada ao cérebro pelo nervo óptico — sem retina saudável, não há visão.

Doenças retinianas costumam ser silenciosas até estágios avançados.1 Por isso, o rastreio com mapeamento de retina é essencial para pessoas com diabetes, hipertensão, alta miopia, histórico familiar ou acima dos 55 anos. O diagnóstico precoce muda o prognóstico — e em emergências como descolamento de retina, horas fazem diferença.2

02 · Condições atendidas

Principais doenças da retina e do vítreo.

A subespecialidade de retina trata um espectro amplo de condições — algumas com tratamento clínico e injeções, outras com cirurgia. O plano é sempre individualizado.

01

Retinopatia diabética

Lesão dos vasos sanguíneos da retina causada pelo diabetes. Pode evoluir silenciosamente até estágios proliferativos com risco de hemorragia. Tratamento envolve fotocoagulação, injeções intravítreas anti-VEGF e, em casos avançados, vitrectomia.3

Rastreio anual em diabéticos
02

DMRI — Degeneração Macular

Degeneração da mácula relacionada à idade. Forma seca (mais comum, progressão lenta) e úmida (com neovasos, exige tratamento ativo). A forma úmida responde a injeções intravítreas anti-VEGF, com objetivo de estabilizar a visão central.4

Rastreio após 55 anos
03

Descolamento de retina

Separação da retina das camadas posteriores do olho — emergência oftalmológica. Sinais: flashes de luz, aumento súbito de moscas volantes, sombra no campo visual. Tratamento cirúrgico (vitrectomia ou retinopexia) — quanto mais cedo, melhor a recuperação visual.5

Emergência
04

Oclusão venosa retiniana

"AVC do olho" — interrupção do fluxo sanguíneo em uma veia da retina, com edema macular e perda visual. Tratamento com injeções intravítreas anti-VEGF e/ou corticoide. Frequentemente associado a hipertensão e diabetes.

Avaliação cardiológica conjunta
05

Buraco macular e membrana epirretiniana

Alterações na mácula que distorcem a visão central. Quando indicado, o tratamento é cirúrgico (vitrectomia com pelagem de membrana ou fechamento do buraco macular).

06

Moscas volantes e flashes de luz

Sintomas comuns associados ao descolamento de vítreo posterior — em geral benignos, mas o surgimento súbito exige avaliação para descartar rasgaduras ou descolamento de retina associado.

Atenção

Sintomas que exigem avaliação urgente

Procure atendimento imediatamente se você apresentar: surgimento súbito de muitas moscas volantes, flashes de luz frequentes, sombra ou cortina no campo visual, ou perda súbita e indolor da visão. Esses sinais podem indicar descolamento de retina ou oclusão vascular — condições em que o tempo até o tratamento influencia diretamente a recuperação visual.5

03 · Exames e tratamentos

Ferramentas usadas no diagnóstico e tratamento de retina.

A retina exige exames específicos para diagnóstico preciso. Quando indicado o tratamento, ele pode ser clínico, com injeções intravítreas, com laser ou cirúrgico — sempre planejado de acordo com a condição.

01
Mapeamento de retina
Fundoscopia indireta após dilatação da pupila — exame clínico padrão para avaliação detalhada da retina central e periférica.
02
OCT (Tomografia de Coerência Óptica)
Exame de imagem que faz cortes da retina em alta resolução. Essencial em DMRI, edema macular, buraco macular e glaucoma.
03
Retinografia
Fotografia do fundo do olho — documenta o estado da retina para acompanhamento ao longo do tempo.
04
Angiografia fluoresceínica
Mostra a circulação dos vasos retinianos com uso de contraste — útil em retinopatia diabética e oclusões vasculares.
05
Injeções intravítreas (anti-VEGF)
Aplicação de medicação dentro do olho para DMRI úmida, edema macular diabético e oclusões venosas. Procedimento ambulatorial, em ambiente cirúrgico.
06
Fotocoagulação a laser e vitrectomia
Laser para tratamento de rasgaduras retinianas e retinopatia diabética proliferativa. Vitrectomia para descolamentos, buraco macular e hemorragias vítreas.
Retrato profissional da Dra. Marina Viturino, retinóloga da Clínica Covisão
A médica

Dra. Marina Viturino

Oftalmologia · Retina clínica e cirúrgica

CRM/PB 9009 RQE 6107

Retinóloga com atuação em retina clínica e cirúrgica. Conduz na Clínica Covisão a avaliação e o tratamento de doenças retinianas — retinopatia diabética, DMRI, descolamento de retina, oclusões vasculares, buraco macular e membrana epirretiniana.

O método clínico privilegia diagnóstico de imagem detalhado antes da indicação terapêutica. Cada plano de tratamento — clínico, injeção, laser ou cirurgia — é desenhado para o estágio específico da doença e para o contexto clínico do paciente.

Retina diabética DMRI Descolamento de retina Injeções intravítreas
04 · Dúvidas frequentes

Perguntas que recebemos com frequência.

Quem precisa fazer avaliação de retina?

Diabéticos (avaliação anual a partir do diagnóstico), hipertensos, miopes altos, pacientes com histórico familiar de doenças retinianas, idosos (rastreio de DMRI a partir dos 55-60 anos), e qualquer pessoa com sintomas como manchas pretas (moscas volantes) súbitas, flashes de luz, visão central distorcida ou perda súbita de visão.

O que é retinopatia diabética?

É a lesão dos vasos sanguíneos da retina causada pelo diabetes. Pode ser não-proliferativa (alterações iniciais) ou proliferativa (formação de neovasos com risco de sangramento). Sem acompanhamento, é uma das principais causas de cegueira na idade ativa. O controle do diabetes e o rastreio anual com fundoscopia são pilares do tratamento.

O que é DMRI (Degeneração Macular)?

Degeneração Macular Relacionada à Idade — afeta a mácula, área central da retina responsável pela visão de detalhes. Tem duas formas: seca (mais comum, progressão lenta) e úmida (mais grave, com vasos anômalos). Idosos, fumantes e pessoas com histórico familiar têm maior risco. O tratamento varia conforme o tipo.

Vejo manchas pretas (moscas volantes) — devo me preocupar?

Pontos flutuantes isolados, que aparecem há anos, costumam ser benignos. Já o surgimento súbito de muitas moscas volantes, especialmente associadas a flashes de luz ou sombra na visão, exige avaliação urgente — pode indicar descolamento de vítreo ou de retina. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o prognóstico.

O que são injeções intravítreas (anti-VEGF)?

Tratamento que aplica medicação diretamente dentro do olho (cavidade vítrea) para condições como DMRI úmida, edema macular diabético e oclusões vasculares. O procedimento é feito em ambiente cirúrgico, com anestesia em colírio, em poucos minutos. Pode exigir aplicações repetidas conforme o protocolo da doença.

Descolamento de retina é emergência?

Sim — é uma das poucas emergências da oftalmologia. O descolamento é a separação da retina das camadas posteriores do olho, causando perda visual progressiva. Sintomas: flashes, aumento súbito de moscas volantes, sombra no campo visual. Quanto mais cedo a cirurgia, maior a chance de recuperação da visão.

Vocês atendem por convênio?

A consulta inicial costuma ser particular. Procedimentos como injeções intravítreas e cirurgias variam conforme o convênio e a indicação. Confirme as condições de pagamento e cobertura diretamente com a recepção pelo WhatsApp antes de agendar.

Veja também

01
Consulta oftalmológica
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Catarata
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03
Geriatria
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04
Contato e agendamento
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Referências

  1. Bourne RRA, Steinmetz JD, Saylan M, et al. Causes of blindness and vision impairment in 2020 and trends over 30 years, and prevalence of avoidable blindness in relation to VISION 2020: the Right to Sight: an analysis for the Global Burden of Disease Study. Lancet Glob Health. 2021;9(2):e144-e160. doi: 10.1016/S2214-109X(20)30489-7
  2. American Academy of Ophthalmology. Retinal Detachment Preferred Practice Pattern. San Francisco: AAO; 2019. Disponível em: aao.org/preferred-practice-pattern/posterior-vitreous-detachment-retinal-breaks-latti
  3. Flaxel CJ, Adelman RA, Bailey ST, et al. Diabetic Retinopathy Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2020;127(1):P66-P145. doi: 10.1016/j.ophtha.2019.09.025
  4. Flaxel CJ, Adelman RA, Bailey ST, et al. Age-Related Macular Degeneration Preferred Practice Pattern. Ophthalmology. 2020;127(1):P1-P65. doi: 10.1016/j.ophtha.2019.09.024
  5. Hollands H, Johnson D, Brox AC, Almeida D, Simel DL, Sharma S. Acute-onset floaters and flashes: is this patient at risk for retinal detachment? JAMA. 2009;302(20):2243-2249. doi: 10.1001/jama.2009.1714

Este conteúdo é informativo e baseado em diretrizes clínicas atualizadas. Não substitui consulta médica individual. A indicação de exames e tratamentos depende de avaliação direta com a retinóloga. Conteúdo redigido em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.