Diagnóstico e tratamento de retinopatia diabética, DMRI, descolamento de retina e oclusões vasculares. Subespecialidade conduzida pela Dra. Marina Viturino, retinóloga clínica e cirúrgica.
A retina é a camada de tecido nervoso que reveste a parte interna do olho. É nela que a luz é convertida em sinal elétrico e enviada ao cérebro pelo nervo óptico — sem retina saudável, não há visão.
Doenças retinianas costumam ser silenciosas até estágios avançados.1 Por isso, o rastreio com mapeamento de retina é essencial para pessoas com diabetes, hipertensão, alta miopia, histórico familiar ou acima dos 55 anos. O diagnóstico precoce muda o prognóstico — e em emergências como descolamento de retina, horas fazem diferença.2
A subespecialidade de retina trata um espectro amplo de condições — algumas com tratamento clínico e injeções, outras com cirurgia. O plano é sempre individualizado.
Lesão dos vasos sanguíneos da retina causada pelo diabetes. Pode evoluir silenciosamente até estágios proliferativos com risco de hemorragia. Tratamento envolve fotocoagulação, injeções intravítreas anti-VEGF e, em casos avançados, vitrectomia.3
Rastreio anual em diabéticosDegeneração da mácula relacionada à idade. Forma seca (mais comum, progressão lenta) e úmida (com neovasos, exige tratamento ativo). A forma úmida responde a injeções intravítreas anti-VEGF, com objetivo de estabilizar a visão central.4
Rastreio após 55 anosSeparação da retina das camadas posteriores do olho — emergência oftalmológica. Sinais: flashes de luz, aumento súbito de moscas volantes, sombra no campo visual. Tratamento cirúrgico (vitrectomia ou retinopexia) — quanto mais cedo, melhor a recuperação visual.5
Emergência"AVC do olho" — interrupção do fluxo sanguíneo em uma veia da retina, com edema macular e perda visual. Tratamento com injeções intravítreas anti-VEGF e/ou corticoide. Frequentemente associado a hipertensão e diabetes.
Avaliação cardiológica conjuntaAlterações na mácula que distorcem a visão central. Quando indicado, o tratamento é cirúrgico (vitrectomia com pelagem de membrana ou fechamento do buraco macular).
Sintomas comuns associados ao descolamento de vítreo posterior — em geral benignos, mas o surgimento súbito exige avaliação para descartar rasgaduras ou descolamento de retina associado.
Procure atendimento imediatamente se você apresentar: surgimento súbito de muitas moscas volantes, flashes de luz frequentes, sombra ou cortina no campo visual, ou perda súbita e indolor da visão. Esses sinais podem indicar descolamento de retina ou oclusão vascular — condições em que o tempo até o tratamento influencia diretamente a recuperação visual.5
A retina exige exames específicos para diagnóstico preciso. Quando indicado o tratamento, ele pode ser clínico, com injeções intravítreas, com laser ou cirúrgico — sempre planejado de acordo com a condição.
Oftalmologia · Retina clínica e cirúrgica
Retinóloga com atuação em retina clínica e cirúrgica. Conduz na Clínica Covisão a avaliação e o tratamento de doenças retinianas — retinopatia diabética, DMRI, descolamento de retina, oclusões vasculares, buraco macular e membrana epirretiniana.
O método clínico privilegia diagnóstico de imagem detalhado antes da indicação terapêutica. Cada plano de tratamento — clínico, injeção, laser ou cirurgia — é desenhado para o estágio específico da doença e para o contexto clínico do paciente.
Diabéticos (avaliação anual a partir do diagnóstico), hipertensos, miopes altos, pacientes com histórico familiar de doenças retinianas, idosos (rastreio de DMRI a partir dos 55-60 anos), e qualquer pessoa com sintomas como manchas pretas (moscas volantes) súbitas, flashes de luz, visão central distorcida ou perda súbita de visão.
É a lesão dos vasos sanguíneos da retina causada pelo diabetes. Pode ser não-proliferativa (alterações iniciais) ou proliferativa (formação de neovasos com risco de sangramento). Sem acompanhamento, é uma das principais causas de cegueira na idade ativa. O controle do diabetes e o rastreio anual com fundoscopia são pilares do tratamento.
Degeneração Macular Relacionada à Idade — afeta a mácula, área central da retina responsável pela visão de detalhes. Tem duas formas: seca (mais comum, progressão lenta) e úmida (mais grave, com vasos anômalos). Idosos, fumantes e pessoas com histórico familiar têm maior risco. O tratamento varia conforme o tipo.
Pontos flutuantes isolados, que aparecem há anos, costumam ser benignos. Já o surgimento súbito de muitas moscas volantes, especialmente associadas a flashes de luz ou sombra na visão, exige avaliação urgente — pode indicar descolamento de vítreo ou de retina. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor o prognóstico.
Tratamento que aplica medicação diretamente dentro do olho (cavidade vítrea) para condições como DMRI úmida, edema macular diabético e oclusões vasculares. O procedimento é feito em ambiente cirúrgico, com anestesia em colírio, em poucos minutos. Pode exigir aplicações repetidas conforme o protocolo da doença.
Sim — é uma das poucas emergências da oftalmologia. O descolamento é a separação da retina das camadas posteriores do olho, causando perda visual progressiva. Sintomas: flashes, aumento súbito de moscas volantes, sombra no campo visual. Quanto mais cedo a cirurgia, maior a chance de recuperação da visão.
A consulta inicial costuma ser particular. Procedimentos como injeções intravítreas e cirurgias variam conforme o convênio e a indicação. Confirme as condições de pagamento e cobertura diretamente com a recepção pelo WhatsApp antes de agendar.
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Falar pelo WhatsAppEste conteúdo é informativo e baseado em diretrizes clínicas atualizadas. Não substitui consulta médica individual. A indicação de exames e tratamentos depende de avaliação direta com a retinóloga. Conteúdo redigido em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.