A injeção intravítrea com agentes anti-VEGF (ranibizumabe, aflibercepte, bevacizumabe) é o tratamento padrão para DMRI exsudativa, edema macular diabético e oclusões venosas da retina — com evidência de preservação e até melhora visual em estudos multicêntricos. Conduzida pela Dra. Marina Viturino (Retina Clínica e Cirúrgica).
Indicações claras, técnica padronizada e acompanhamento estruturado — o que faz a diferença num procedimento bem indicado.
O anti-VEGF é a primeira linha para a forma exsudativa (úmida) da degeneração macular relacionada à idade — ensaios MARINA e ANCHOR mostraram preservação e ganho de acuidade visual em pacientes que historicamente perdiam visão progressivamente.
O edema macular é uma das principais causas de baixa visão em diabéticos. O anti-VEGF, isoladamente ou combinado, reduz a espessura macular e melhora a acuidade visual em proporção significativa de pacientes (estudos DRCR.net).
Em oclusões da veia central da retina ou de seus ramos, o anti-VEGF controla o edema macular secundário com benefício documentado em ensaios clínicos.
Feito em ambiente cirúrgico, com anestesia em colírio. Dura 5–10 minutos por olho. O esquema (loading + manutenção, treat-and-extend ou pro re nata) é definido por OCT seriado e resposta clínica.
Conduzimos cada etapa com tempo dedicado, baseado em diretrizes das principais sociedades de oftalmologia.
Mapeamento de retina sob midríase, OCT macular, retinografia e — quando indicado — angiofluoresceinografia ou OCT-A. Definição da causa (DMRI, diabetes, oclusão venosa) e do agente.
Discussão sobre o anti-VEGF escolhido, esquema esperado, número provável de aplicações, riscos e benefícios. Termo de consentimento informado.
Procedimento em centro cirúrgico, com paramentação completa, antissepsia rigorosa com iodopovidona e anestesia em colírio. Aplicação na pars plana com agulha fina. Curativo simples; alta no mesmo dia.
Loading dose com 3 injeções mensais consecutivas é o padrão para DMRI e edema macular diabético. A manutenção é guiada por OCT — algumas indicações usam treat-and-extend, outras pro re nata. O número total de aplicações varia caso a caso.
Oftalmologia · Retina Clínica e Cirúrgica
Oftalmologista com formação em Retina Clínica e Cirúrgica. Atua em DMRI, retinopatia diabética, oclusões venosas, descolamento de retina e procedimentos vitreorretinianos.
A condução do anti-VEGF segue protocolos baseados em evidência de ensaios multicêntricos (MARINA, ANCHOR, RISE/RIDE, DRCR.net), com individualização do esquema conforme resposta de OCT e acuidade visual.
A aplicação é feita com anestesia em colírio e demora poucos segundos. A maior parte dos pacientes relata apenas leve pressão. Pode haver desconforto leve nas horas seguintes, controlado com lubrificação. A ardência inicial vem mais da iodopovidona usada na antissepsia do que da agulha em si.
O padrão para DMRI exsudativa e edema macular diabético é uma loading dose com 3 injeções mensais consecutivas, seguida de manutenção individualizada. O número total varia: alguns pacientes precisam de poucas, outros de aplicações regulares por anos. O critério é a resposta no OCT.
São três agentes anti-VEGF com perfil de eficácia comparável em estudos head-to-head (CATT, IVAN). A escolha leva em conta indicação, custo, cobertura por convênio e particularidades do caso. A discussão é feita em consulta.
Os riscos são baixos quando a técnica é rigorosa. Os principais são endoftalmite (infecção intraocular — risco menor que 0,1% por injeção), hemorragia intraocular leve, elevação transitória da pressão e descolamento de retina (raro). A relação risco-benefício é amplamente favorável quando há indicação correta.
Sim. Atendemos Unimed. Cobertura de medicamento de alto custo segue protocolos específicos do plano — confirme com a recepção pelo WhatsApp antes de agendar.
Como a pupila é dilatada para o procedimento, a visão de perto fica embaçada e há sensibilidade à luz por algumas horas. Recomenda-se vir acompanhado e não dirigir no mesmo dia.
Agende uma avaliação pelo WhatsApp. A consulta inclui mapeamento de retina, OCT macular e a discussão das opções de tratamento.
A consulta inicial inclui mapeamento de retina, OCT macular e — quando indicado — angiofluoresceinografia. Define-se diagnóstico, indicação e plano. Atendimento humanizado em Campina Grande/PB.
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