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Injeções Intravítreas (anti-VEGF) · Campina Grande/PB

Anti-VEGF para DMRI, diabetes e oclusões venosas.

A injeção intravítrea com agentes anti-VEGF (ranibizumabe, aflibercepte, bevacizumabe) é o tratamento padrão para DMRI exsudativa, edema macular diabético e oclusões venosas da retina — com evidência de preservação e até melhora visual em estudos multicêntricos. Conduzida pela Dra. Marina Viturino (Retina Clínica e Cirúrgica).

Atendemos Unimed Particular Centro de Campina Grande
Dra. Marina Viturino, retinóloga da Clínica Covisão
Dra. Marina Viturino
Retina · CRM/PB 9009 · RQE 6107
Anti-VEGF
Ranibizumabe · aflibercepte · bevacizumabe
5–10min
Duração do procedimento
3+doses
Loading dose padrão (mensais)
OCTguiada
Acompanhamento individualizado
01 · Injeções Intravítreas (anti-VEGF)

Por que injeção intravítrea de anti-vegf importa.

Indicações claras, técnica padronizada e acompanhamento estruturado — o que faz a diferença num procedimento bem indicado.

01

Padrão atual para DMRI exsudativa

O anti-VEGF é a primeira linha para a forma exsudativa (úmida) da degeneração macular relacionada à idade — ensaios MARINA e ANCHOR mostraram preservação e ganho de acuidade visual em pacientes que historicamente perdiam visão progressivamente.

02

Tratamento do edema macular diabético

O edema macular é uma das principais causas de baixa visão em diabéticos. O anti-VEGF, isoladamente ou combinado, reduz a espessura macular e melhora a acuidade visual em proporção significativa de pacientes (estudos DRCR.net).

03

Oclusões venosas e edema macular cistoide

Em oclusões da veia central da retina ou de seus ramos, o anti-VEGF controla o edema macular secundário com benefício documentado em ensaios clínicos.

04

Procedimento ambulatorial e individualizado

Feito em ambiente cirúrgico, com anestesia em colírio. Dura 5–10 minutos por olho. O esquema (loading + manutenção, treat-and-extend ou pro re nata) é definido por OCT seriado e resposta clínica.

02 · Como funciona o processo

Da avaliação ao resultado, passo a passo.

Conduzimos cada etapa com tempo dedicado, baseado em diretrizes das principais sociedades de oftalmologia.

  1. Avaliação inicial e diagnóstico

    Mapeamento de retina sob midríase, OCT macular, retinografia e — quando indicado — angiofluoresceinografia ou OCT-A. Definição da causa (DMRI, diabetes, oclusão venosa) e do agente.

  2. Indicação e consentimento

    Discussão sobre o anti-VEGF escolhido, esquema esperado, número provável de aplicações, riscos e benefícios. Termo de consentimento informado.

  3. A aplicação (5–10 min por olho)

    Procedimento em centro cirúrgico, com paramentação completa, antissepsia rigorosa com iodopovidona e anestesia em colírio. Aplicação na pars plana com agulha fina. Curativo simples; alta no mesmo dia.

  4. Acompanhamento e manutenção

    Loading dose com 3 injeções mensais consecutivas é o padrão para DMRI e edema macular diabético. A manutenção é guiada por OCT — algumas indicações usam treat-and-extend, outras pro re nata. O número total de aplicações varia caso a caso.

Dra. Marina Viturino, retinóloga da Clínica Covisão
Sua oftalmologista

Dra. Marina Viturino

Oftalmologia · Retina Clínica e Cirúrgica

CRM/PB 9009 RQE 6107 Retina Clínica e Cirúrgica Membro SBRV

Oftalmologista com formação em Retina Clínica e Cirúrgica. Atua em DMRI, retinopatia diabética, oclusões venosas, descolamento de retina e procedimentos vitreorretinianos.

A condução do anti-VEGF segue protocolos baseados em evidência de ensaios multicêntricos (MARINA, ANCHOR, RISE/RIDE, DRCR.net), com individualização do esquema conforme resposta de OCT e acuidade visual.

Atendemos Unimed e regime particular para injeção intravítrea de anti-vegf. Confirme cobertura e formas de pagamento pelo WhatsApp antes de agendar.
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03 · Dúvidas frequentes

Perguntas que recebemos com mais frequência.

A injeção dói?

A aplicação é feita com anestesia em colírio e demora poucos segundos. A maior parte dos pacientes relata apenas leve pressão. Pode haver desconforto leve nas horas seguintes, controlado com lubrificação. A ardência inicial vem mais da iodopovidona usada na antissepsia do que da agulha em si.

Quantas injeções vou precisar?

O padrão para DMRI exsudativa e edema macular diabético é uma loading dose com 3 injeções mensais consecutivas, seguida de manutenção individualizada. O número total varia: alguns pacientes precisam de poucas, outros de aplicações regulares por anos. O critério é a resposta no OCT.

Qual a diferença entre ranibizumabe, aflibercepte e bevacizumabe?

São três agentes anti-VEGF com perfil de eficácia comparável em estudos head-to-head (CATT, IVAN). A escolha leva em conta indicação, custo, cobertura por convênio e particularidades do caso. A discussão é feita em consulta.

A injeção pode causar problemas?

Os riscos são baixos quando a técnica é rigorosa. Os principais são endoftalmite (infecção intraocular — risco menor que 0,1% por injeção), hemorragia intraocular leve, elevação transitória da pressão e descolamento de retina (raro). A relação risco-benefício é amplamente favorável quando há indicação correta.

Atendem por Unimed?

Sim. Atendemos Unimed. Cobertura de medicamento de alto custo segue protocolos específicos do plano — confirme com a recepção pelo WhatsApp antes de agendar.

Posso dirigir depois da aplicação?

Como a pupila é dilatada para o procedimento, a visão de perto fica embaçada e há sensibilidade à luz por algumas horas. Recomenda-se vir acompanhado e não dirigir no mesmo dia.

Quero entender mais sobre minha condição.

Agende uma avaliação pelo WhatsApp. A consulta inclui mapeamento de retina, OCT macular e a discussão das opções de tratamento.

Pronto para uma avaliação retinológica?

A consulta inicial inclui mapeamento de retina, OCT macular e — quando indicado — angiofluoresceinografia. Define-se diagnóstico, indicação e plano. Atendimento humanizado em Campina Grande/PB.

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